Hoje não foi apenas mais um dia na agenda da banda. Foi um daqueles capítulos que definem rumos e que eu tive a oportunidade de acompanhar de perto.
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Em uma reunião intensa, carregada de ideias, silêncios reflexivos e decisões firmes, a banda deu o primeiro passo oficial na construção do segundo álbum. Não se tratava apenas de escolher músicas. Era sobre identidade, propósito e evolução.
Após o lançamento de Dormant, disco que simbolizou a realização de um sonho e apresentou ao público a essência “grunge” que molda a sonoridade do grupo, chegou a hora de olhar adiante. Dormant foi intenso, verdadeiro, mas, aos próprios olhos da banda, ainda carregava uma estética mais comercial — estratégica, necessária, parte do processo de consolidação.
Mas toda banda precisa se reinventar.
E a conclusão da reunião foi clara: não faria sentido criar um Dormant – Parte 2. Repetir fórmula não é evolução. Conforto não é arte.
É nesse ponto que nasce “Pretend We’re Dead”.
O novo álbum promete explorar o lado mais cru, pesado e sentimental que a banda já produziu até aqui. Se Dormant mostrou qualidade técnica e identidade sonora, Pretend We’re Dead surge com a proposta de expor as entranhas sem filtros, sem concessões.
O que está por vir é um processo de ruptura e reconstrução. A banda revisitou tudo o que construiu até aqui e se fez a pergunta essencial: “Qual é o próximo passo?” A resposta veio como um grito interno coletivo — fazer o melhor álbum da própria história.
O clima é de ambição artística. De inquietação criativa. De maturidade.
Preparem-se.
PRETEND WE’RE DEAD não será apenas um disco. Será uma declaração.











